2018 foi um ano bom, finalmente, mas para dizer a importância que teve, preciso fazer um resumão a partir de 20 14.
Considerando que tudo no mundo acontece em ciclos, a minha vida se dá em ciclos de 7 em 7 anos. Nasci em 1986, 2014 encerrou um, 2015 começou outro. Esse ciclo que estou agora. E devo dizer que este veio com os dois pés no peito de tirar o fôlego.
Perdi o emprego, casei, nadei no cortisol e engordei 10 kg. Eu era ódio puro, não tinha coragem de sair de casa. Eu achava que tinha amigos, mas tinha uma bando de corvo. Tinha alguns amigos mas acabei cagando neles também porque desapareci do nada e não tive coragem de explicar o que tava acontecendo.
A gente só pode atrair o que a gente é né, então eu trouxe atores que me irritavam ao extremo e me davam menos vontade de viver ainda, ahh foi muito antidepressivo com whisky.
Eu ganhei muitas multas de carro, perdi minha habilitação, perdi meu carro! Meus caros, quando a gente se encana com a miséria, a gente só pode atrair mais miséria.
2016 eu tava no alçapão do fundo do poço. Foi o ano de Baphomet... e o pulso ainda pulsa...
2017 eu notei que eu ainda tava viva, então eu vivia e morria daquele jeito ou eu morria tentando escalar aquela porra de poço. Então vai filha, escolha a sua dor e vai.
2018 cá estamos e eu escolhi a dor de subir o poço. Cravei as unhas naquelas paredes e subi, eu saí e daí?
Vixi, eu vou escrever um livro sobre tudo que tá acontecendo, porque é muita coisa!
Eu saí da depressão, ah isso sim, reconheço muitas curas que ainda preciso, mas já consigo ver isso, e isso é um grande passo.
Esse ano li tantos livros que nem sei dizer, virei uma biohacker pra entender como a mente se regenera, qual a caminho que faço pra melhorar. E apliquei tudo que fazia ou não fazia sentido. Quando você tá na merda você não questiona, e ás vezes era isso mesmo que você precisava pra parar de questionar... analise.
Meu primeiro start lá no ano passado foi numa palestra sobre liderança. A primeira ficha foi sair da posição de vítima, de colocar no outro a culpa.
Considerando que tudo no mundo acontece em ciclos, a minha vida se dá em ciclos de 7 em 7 anos. Nasci em 1986, 2014 encerrou um, 2015 começou outro. Esse ciclo que estou agora. E devo dizer que este veio com os dois pés no peito de tirar o fôlego.
Perdi o emprego, casei, nadei no cortisol e engordei 10 kg. Eu era ódio puro, não tinha coragem de sair de casa. Eu achava que tinha amigos, mas tinha uma bando de corvo. Tinha alguns amigos mas acabei cagando neles também porque desapareci do nada e não tive coragem de explicar o que tava acontecendo.
"Vou ali me matar já volto"
Se eu já tinha um quadro de Transtorno de Ansiedade Generalizada, nesse momento eu fui pra depressão suicida.A gente só pode atrair o que a gente é né, então eu trouxe atores que me irritavam ao extremo e me davam menos vontade de viver ainda, ahh foi muito antidepressivo com whisky.
Eu ganhei muitas multas de carro, perdi minha habilitação, perdi meu carro! Meus caros, quando a gente se encana com a miséria, a gente só pode atrair mais miséria.
2016 eu tava no alçapão do fundo do poço. Foi o ano de Baphomet... e o pulso ainda pulsa...
2017 eu notei que eu ainda tava viva, então eu vivia e morria daquele jeito ou eu morria tentando escalar aquela porra de poço. Então vai filha, escolha a sua dor e vai.
2018 cá estamos e eu escolhi a dor de subir o poço. Cravei as unhas naquelas paredes e subi, eu saí e daí?
Vixi, eu vou escrever um livro sobre tudo que tá acontecendo, porque é muita coisa!
Eu saí da depressão, ah isso sim, reconheço muitas curas que ainda preciso, mas já consigo ver isso, e isso é um grande passo.
Esse ano li tantos livros que nem sei dizer, virei uma biohacker pra entender como a mente se regenera, qual a caminho que faço pra melhorar. E apliquei tudo que fazia ou não fazia sentido. Quando você tá na merda você não questiona, e ás vezes era isso mesmo que você precisava pra parar de questionar... analise.
Meu primeiro start lá no ano passado foi numa palestra sobre liderança. A primeira ficha foi sair da posição de vítima, de colocar no outro a culpa.
"A culpa é minha eu coloco em quem eu quiser" Simpson, Homer
Aí
passei a colocar tudo a culpa em mim. porque se me incomoda, é comigo,
se eu não posso fazer nada, eu não devo me incomodar. Isso aliviou meu
fardo e me empoderou demais.
Tanto que
tem gente que me cobra hoje de coisas que eu já nem entendo mais porque
não cabe na minha realidade que parece que a pessoa tá falando árabe
comigo.
Esse ano fiz coisas pela
primeira vez, trabalhei um monte, me decepcionei também e nem quis
morrer com isso. Deus me presenteou com gente maravilhosa que me
acrescenta e que me deixa acrescentar.
2018
foi o ano da Gratidão. Tem até uma piada interna sobre esse termo,
parece clichê, mas depois que você imanta a gratidão na vida não tem
mais volta.
Hoje sou grata aos meus dias
no deserto, sou grata à depressão, porque eu precisei dela pra ver o
que eu vejo hoje, pra ser o que eu sou hoje.
Final
da linha? Não... esse é só o começo. Finalizando sim esse ciclo de 7
anos em breve. Mas a vida nem acaba quando termina, então vai vendo.
Virei um foguetinho.
Meu
desejo pra mim e pra vocês todos é que façam um 2019 melhor que
puderem. E lembrem que a vida não acontece PRA gente, acontece DA gente.
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