Apesar das Barbies, não queria voltar a ser criança.
As flores de plástico não morrem, mas não sei porquê da imortalidade. A possibilidade de ser breve gera uma sensação de urgência. Valorizamos mais a existência, a breve passagem.
O tempo urge, a saúde urge. E no fim, se fui cautelosa demais pode não ter valido a pena. Como doi pensar que pode não valer a pena.
Definitivamente não sei o que é certo. Vivi para agradar e nunca consegui, muito pelo contrário. Tenho uma profunda sensação de desapontamento. Desaponto as pessoas que amo, e a mim.
Hoje é muito nítido que valorizo mais a opinião dos outros do que as minhas próprias vontades.
É por isso também que não quero ter filhos... pra que? atormentar outro ser humano com uma série de dúvidas e expectativas e no fim ser só frustração.
Não tenho coragem de terminar as frases, nem para quem merecia ouvir todas as palavras do começo ao fim. Porque sei que minhas palavras são pesadas e as pessoas me odeiam na sequência... são pesadas para guardar também... só pra constar.
Definitivamente não compreendo como ser um ser pensante e ser obrigada a seguir uma receita de bolo ao mesmo tempo. Ou sou uma boneca de ventríloquo ou sou do demônio encarnado. Não entendo essa lógica.
Isso não parece justo para mim... Mas como fujo disso? Como quebro? Há meios?
Odeio ter feito planos por mim mesma, porque eles parecem impossíveis ás vezes. Desejar e nunca chegar doi mais do que a mediocridade de viver o que foi sonhado pra você. Os sonhos dos outros sobre você, asexpectativas dos outros sobre você. Nunca serei boa o suficiente pros outros... muito menos pra mim.
Quem mandou ser tão estranha? Quem mandou querer ser tão diferente?
Na real? Não faço ideia...
As flores de plástico não morrem, mas não sei porquê da imortalidade. A possibilidade de ser breve gera uma sensação de urgência. Valorizamos mais a existência, a breve passagem.
O tempo urge, a saúde urge. E no fim, se fui cautelosa demais pode não ter valido a pena. Como doi pensar que pode não valer a pena.
Definitivamente não sei o que é certo. Vivi para agradar e nunca consegui, muito pelo contrário. Tenho uma profunda sensação de desapontamento. Desaponto as pessoas que amo, e a mim.
Hoje é muito nítido que valorizo mais a opinião dos outros do que as minhas próprias vontades.
É por isso também que não quero ter filhos... pra que? atormentar outro ser humano com uma série de dúvidas e expectativas e no fim ser só frustração.
Não tenho coragem de terminar as frases, nem para quem merecia ouvir todas as palavras do começo ao fim. Porque sei que minhas palavras são pesadas e as pessoas me odeiam na sequência... são pesadas para guardar também... só pra constar.
Now I'm lost somewhere
Lost between Elvis and suicide
Ever since the day we died, well
I've got nothing left to lose
After Jesus and Rock N Roll
Couldn't save my immoral soul, well
I've got nothing left
I've got nothing left to lose
Callin' out sins just to pass the time
My life goes by in the blink of an eye
Definitivamente não compreendo como ser um ser pensante e ser obrigada a seguir uma receita de bolo ao mesmo tempo. Ou sou uma boneca de ventríloquo ou sou do demônio encarnado. Não entendo essa lógica.
Isso não parece justo para mim... Mas como fujo disso? Como quebro? Há meios?
I'm falling all over myself
Trying to be someone else
I wish you were there to walk me home
So I wouldn't have to feel alone
I'm falling all over myself
Dying to be someone else
I wish you were there to walk me home
I don't wanna fight the world alone
I don't wanna fight the world alone
Odeio ter feito planos por mim mesma, porque eles parecem impossíveis ás vezes. Desejar e nunca chegar doi mais do que a mediocridade de viver o que foi sonhado pra você. Os sonhos dos outros sobre você, asexpectativas dos outros sobre você. Nunca serei boa o suficiente pros outros... muito menos pra mim.
Quem mandou ser tão estranha? Quem mandou querer ser tão diferente?
Na real? Não faço ideia...