Não vou olhar no dicionário para falar da definição de uma palavra a partir de um dado oficial. Quero falar abertamente, empiricamente, do jeito que vier na minha cabeça.
Tema de hoje: abraço.
Sei lá, talvez eu tenha sido adotada e tenha vindo de uma família que batiam em mim, ou talvez devo ter sido abandonada numa mudança e minha família que me criou me achou.Ou talvez tenha só sido criada sob influências alemãs, dessas bem frias.
Não choram, não sentem, não explodem de alegria, e nem abraçam. Imagina! Contato físico! Quanta intimidade!
Fato é que eu amo abraços, mas não tenho coragem, ou sequer fico a vontade em distribuir como gostaria.
Quando me abraçam da vontade de fazer um ninhozinho e chafurdar ali. Assim mesmo como um gatinho safado.
Mas eu me comporto muito bem, e não saio me confortando no abraço alheio assim do nada.
Aí ontem eu tava carente num grau crônico destemperado, e eu queria pedir uma abraço. Alguém? Alguém?
Daí comecei a pensar em que bizarrice é minha cabeça!
Passo o dia no trabalho cercada por meus amigos. Tenho colegas de trabalho e tenho amigos muito especiais aqui dentro. Então qual a dificuldade de pedir um abraço? cacete!
Ora! várias! As pessoas que verem isso vão achar o cúmulo! imagina esse tipo de contato físico no ambiente de trabalho quando não se está dando oi, tchau, parabéns, feliz natal! Que coisa triste tolir um abraço inocente.
Talvez tenha mais medo até por não gostar que invadam meu espaço, mas estou falando de conhecidos, de queridos!
O poder restaurador de um abracico é magnífico. De abraço apertado e afagador então! cura até câncer minha gente!
E eu aqui, morrendo de agonia sem coragem de pedir abraço.
O queeee? Susana? Essa aí é de ferro! não chora e só sabe bater! c acha que ela precisa de abraço? dãr
Nha... internet é bom mas não garante abraço e olho no olho.
Estar perto nem sempre permite ficar tão perto assim.
Se eu pudesse dar mais abraços ao longo do dia eu ia ser menos doida e menos agoniada, e seria tão bom dividir o quentinho do corpo de alguém com o meu. E ainda tenho a vantagem de ser pequena e ainda posso ouvir o coração das pessoas. Nhai! É tanta vida que eu até piro de alegria.
Susi não é de ferro, é dessas bem Amelié Poulain e adora uns abraços grátis, só é panaca demais pra fazer certas coisas.
Tema de hoje: abraço.
Sei lá, talvez eu tenha sido adotada e tenha vindo de uma família que batiam em mim, ou talvez devo ter sido abandonada numa mudança e minha família que me criou me achou.Ou talvez tenha só sido criada sob influências alemãs, dessas bem frias.
Não choram, não sentem, não explodem de alegria, e nem abraçam. Imagina! Contato físico! Quanta intimidade!
Fato é que eu amo abraços, mas não tenho coragem, ou sequer fico a vontade em distribuir como gostaria.
Quando me abraçam da vontade de fazer um ninhozinho e chafurdar ali. Assim mesmo como um gatinho safado.
Mas eu me comporto muito bem, e não saio me confortando no abraço alheio assim do nada.
Aí ontem eu tava carente num grau crônico destemperado, e eu queria pedir uma abraço. Alguém? Alguém?
Daí comecei a pensar em que bizarrice é minha cabeça!
Passo o dia no trabalho cercada por meus amigos. Tenho colegas de trabalho e tenho amigos muito especiais aqui dentro. Então qual a dificuldade de pedir um abraço? cacete!
Ora! várias! As pessoas que verem isso vão achar o cúmulo! imagina esse tipo de contato físico no ambiente de trabalho quando não se está dando oi, tchau, parabéns, feliz natal! Que coisa triste tolir um abraço inocente.
Talvez tenha mais medo até por não gostar que invadam meu espaço, mas estou falando de conhecidos, de queridos!
O poder restaurador de um abracico é magnífico. De abraço apertado e afagador então! cura até câncer minha gente!
E eu aqui, morrendo de agonia sem coragem de pedir abraço.
O queeee? Susana? Essa aí é de ferro! não chora e só sabe bater! c acha que ela precisa de abraço? dãr
Nha... internet é bom mas não garante abraço e olho no olho.
Estar perto nem sempre permite ficar tão perto assim.
Se eu pudesse dar mais abraços ao longo do dia eu ia ser menos doida e menos agoniada, e seria tão bom dividir o quentinho do corpo de alguém com o meu. E ainda tenho a vantagem de ser pequena e ainda posso ouvir o coração das pessoas. Nhai! É tanta vida que eu até piro de alegria.
Susi não é de ferro, é dessas bem Amelié Poulain e adora uns abraços grátis, só é panaca demais pra fazer certas coisas.
