Geração Y, a galera que nasceu no fim da década de 1970 até o início de 1990.
Somos egocêntricos com visão social mais respeitosa, somos multitarefas, imapcientes, não entendemos muito bem a lógica da hieranquia, somo mimados, crescemos no mundo que se comunica com facilidade e as coisas vêm e vão com uma velocidade espetacular, fazemos dez coisas ao mesmo tempo e isso é normal.
Temos alguns pontos positivos, e outros muitos negativos! Uhum, sou pessimista e sincera. Quem sabe a gente mude o mundo... nossas revolução são pelas redes sociais, não quebrando tudo pela rua, muito pouco disso. Fazemos parte da geração mais pacífica que já vi.
Estou me coçando mas não falarei sobre mascaras e pseudopoliticamentecorretos.
Quero dividir um pouco do que aprendi. Descobri que a razão da maioria dos meus males é a ansiedade. Eu quero tudo pra ontem! Eu quero significação, daí eu larguei duas faculdades (isso depois me formar no magistério e fazer um semestre de nutrição). Me formei com 25 anos, muito depois do que poderia, muito depois do que o normal! e eis que a ansiedade me domina porque hoje eu já queria ser aquilo que eu queria ter sido aos 25 quando eu tinha 19 (frase confusa, credo!).
gente! não há nada de errado nisso... mas e pra eu acreditar nisso? Eis o drama.
Passei umas 3 semanas sem fazer nada de muito diferente além da rodinha do hamster. E não tinha um pingo de ânimo para fazer. Vontade sim, ânimo não. Chamo essa fase de letargia. Como isso me irrita! Quando eu era criança, momis me colocava de castigo na frente da tv, porque eu odiava sentar na frente da tv "feito boboca (assim eu denominava)" sem fazer nada. Hoje pra mim não fazer nada é castigo. Mas eu tava com saco cheio de tudo. Tudo parado. Sabe quando não venta e aquele ar parado sufoca? É essa a sensação.
Geração Y não sabe o que plantar uma árvore e vê-la crescer. Por isso só planta pé de feijão porque cresce muito rápido. A gente quer o resultado microondas, mas honey, a vida tem mais soluções de fogão a lenha do que de microondas. E eis que jamais saborearemos algo tão bom, por pura falta de paciência.
Não vou dizer que aprendi a ter paciência com minhas semanas letárgicas. Mesmo porque agora as engrenagens voltaram a funcionar e ainda assim não sinto a paciência e passividade me dominando. Mas sinto esssa necessidade, de deixar as engrenagens funcionarem a seu tempo, a ganhar velociade se necessário.
o intervalo comercial corta o embalo, mas de repente é justamente disso que precisa: um intervalo pra parar e fazer xixi, jogar fora a pipoca velha e fazer uma nova, quentinha.
Bom aprender, porque morrer de enjoo a cada crise de ansiedade enche o saco. =)
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