quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

i don't wanna to play


Those dark roads all in vain, bets just for lose the patience.
Playing this silly game because is needed, but for me I just stop now.
I could use my weapons but I know now how it hurts
I could hurt somebody else, but I’m sick of this game

I swear! I tried to be kind, be patient and lovely
But you can’t see
Why are you only able to see my curves and my laugh? I’m more than this, but it doesn’t matter somehow
What is the prize in act like you? I’m sorry baby, but I see you so fool playing like this.

I guess I’m worse of all. I believe in you even when I know you’re lying to me
I let my guns down because I want to feel myself fragile in your arms
I want to feel the delight of your recover, I bet to feel your breath
And I feel myself so fool in think like this.

I must to try to hurt you
But I don’t want to play, I’m not here to play
I bet you were mature, like a man should be
But it is ok, I should be a woman that I imagined I were.
Somehow I’m weak again

This is my dark road, I know where I’ve been
I should be cautious and try to find the light
But I’m tired of being here, I need keep walk and after all I try to find again where I am.

Have I told you I’m afraid of dark? Well… I don’t like to hear the devil whispers, but it is so loud when all lights gone…

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

bye bye old calendar

Calendário acabando e é bom fazer um balanço das coisas pra começar o calendário novo. Nada de mágico, uma questão de organização. Talvez um virginiano tenha feito isso, eu nem via necessidade, mas beleza, já que assim foi feito, dançaremos conforme a música.
2010 foi um ultimato, 2011 foi melhor. Não foi O melhor de todos porque eu não apostei forte em nada. Sem grandes apostas: sem grandes decepções, mas também sem grandes alegrias. O importante é que daí eu sobrevivi, e isso era mais importante.
Esse ano me abri para coisas novas e descobri coisas maravilhosas e aprendi novos limites a colocar.
Me despi de muitos outros preconceitos e descobri que nem tudo é preconceito, mas uma questão de estatística e seleção.
Descobri que eu não entendo nada, mesmo sabendo que sei muito.
Sei que minha mente explode sem arte, sem cor, sem música. Escrever não me basta.
Que não precisa ser eterno pra se tornar eterno.
Sonhos são necessários, mas por hora eles me são menos importantes que o meu presente.
Aprendi que salvo as devidas proporções, posso escolher ser feliz se não me preocupar com coisas pequenas. E que eu devo aprender a medir melhor essas coisas.
Que eu não tenho coração de pedra, embora adorasse que isso fosse possível, mas é possível congelar até certo ponto, e sei que isso vai me salvar várias vezes, mas o inverso também vai.
Aprendi que ter fé em coisas que envolvem a humanidade é quase impossível pra mim.
Conheci mais um monte de crianças de várias idades, cheias de medos e frustrações, uns escondendo melhor que outros...
Descobri que amigos não preenchem certos espaços, mas certamente eles são capazes de fazer qualquer coisa parar de doer.
Eu continuarei a insistir que todo mundo que passe por minha vida seja importante, e não só mais uma pessoa que conheci.
E não quero saber de padrões sociais, ou eles ainda vão me matar. Mas concordo que ainda tenho muuuito a trabalhar sobre esse assunto.
A vida não é um quadrado, mas é sempre bom ter base pra você não sair rolando por aí descontroladamente.
Conversar é mais importante que beijar. Quem precisa de beijos (LOL)?
Aprendi que é possível retroceder em certas coisas quando você ignora certas lições, e acho que isso não necessariamente é prejudicial.
Aprendi que eu preciso aprender a chorar. Por várias razões. Vão notar que eu não sou um ciborgue ou um iceberg. Vai ser bom quando eu precisar chorar em alguma atuação no teatro. Vou aprender a trabalhar melhor os sentimentos. E quem chora sempre tem razão! Todo mundo dá atenção, já notou?
Eu aprendi a chorar de rir e não me incomodar se me acham idiota, porque talvez eu esteja sendo, mas que tá bom pra caramba! ah isso tá.
Talvez eu precise criar mais raízes, talvez não, e assim eu posso voar.
Eu posso mudar de opinião, e desde que você não faça isso uma vez por mês, eu não vou te achar um babaca. Tem coisas que nunca mudam, ex.: eu odeio rótulos... não sou pré-fabricada.
Sem preconceitos aos pré-fabricados... ou quase nenhum... afinal todo mundo é importante. Mas ó, se me prejudica, deleto mesmo, sem dó.
Cuidar do corpo faz bem pra mente. Mas nunca deixe de cuidar da mente, ela é mais importante que seu corpo.
Apostar em habilidades que eu não possuo irrita, mas é uma experiência deveras boa. Recomendo a todos a fazer algo em que é péssimo, e tentar de novo e de novo.
Ignorar problemas é muito fácil, mas é a pior das soluções, ás vezes é a única.
Que você quem escolhe como encarar as coisas: pelo lado bom ou pelo lado ruim, mas lembre que a vida é uma só, tá , e você pode viver com mágoa por besteira, ou aproveitar o melhor das pessoas, a escolha é sua e não dos outros. Ok, existe os que escolhem por você, mas far-se -á o que? pelo menos a sua parte garanta estar feita.

Subir no salto é ótimo, mas andar descalço ainda é a melhor opção.
Aprendi muito mais, muito muito mesmo, mas acontece que eu não paro de aprender nunca, aí fica muita coisa pra escrever....
Então assim, bom calendário novo pra vc!







terça-feira, 6 de dezembro de 2011

shelf life expiration


Desde a minha adolescência (acho) eu tenho uma quedinha por caveiras.
Na nossa cultura, caveira é coisa do mal, do demônio e blablabla. Mas a Susaninha aqui tem uma cultura mais ou menos voltada pra sua própria lógica então caveiras são muito legais! Se viver é Cristo e morrer é lucro e lucro é algo bom, logo a morte não é tão ruim e representar a morte mto menos.
Hoje o caveirismo está supernamoda e eu só tenho mais opções para comprá-las. Para o terror de momis, tios e tias e afins. Desculpa gente, eu só queria que vocês enxergassem um pouquinho fora do quadrado ás vezes.
Acredito em energias, mas não sou superticiosa, não acredito que um amuleto me proteja nem que seja capaz de amaladiçoar, mas já vi muita gente dizer a mesma coisa e mostrar certo desprezo a um pobre desenho de caveira na minha roupa. Eu sei, a gente adora símbolos, importa o que representa pro mundo... mas símbolos só simbolizam algo, não são nada. A menos que você seja wicca e acredite no poder dos símbolos.. ah sei lá. Adoro acreditar em coisas sobrenaturais, mas na verdade até que eu sou cética viu. Eu já acredito num cara que nasceu de uma virgem, morreu e rescussitou (e depois fez um monte de coisas ilógicas) basta de loucura né.
Sim eu sei, caveiras podem ser do mal, e acho horrível aquelas tattos tipo from hell. Não estou falando disso.
Na cultura mexicana (inclusive adooooro as caveiras mexicanas) a caveira simboliza vida. Eu gosto muito desse ponto de vista.
O mundo é feito de opostos o que equilibra, Yin e Yang saca. Não existe luz se não houver a escuridão. Se não há escuridão você nunca sentiria a necessidade de haver luz, e por haver escuro você acha que a luz é boa. Por haver a guerra a gente valoriza a paz. Se tudo fosse paz jamais sentiríamos a ânsia de paz. O equilíbrio precisa existir, nós estamos na Terra, é suposto que precisamos aprender a valorizar essas sutilezas (ou nem tão sutis assim).
Assim como a morte existe para valorizarmos a vida. Mas de novo, não vejo a morte como algo ruim. Pra ser bem honesta achei por muito tempo a morte muito melhor que a vida, e em diversas situações hipotéticas eu escolheria morrer do que continuar viva, porque dependendo da condições não considero vida, mas existir e só.
Nunca quis morrer muito velha. Eu sou da geração Y que brincava de Barbie e investe o salário no corpo, ficar velha não é um atrativo. Mas até aí...
E uma coisa é você saber que vai morrer um dia, outra coisa é saber que você vai morrer daqui 30 anos, ou daqui 6 meses. Isso muda tudo, acredite. Ter data de validade muda a maneira que você encara as coisas.
Dia desses comentei com minha mãe que a mãe de uma amiga minha falaceu, ela já despejou o discurso: "viu só, depois que morre aprende a dar valor pq faz falta". Concordo com ela em partes, pq depois que morre é bem fácil valorizar, já que não convivemos mais com os defeitos, a gente ressalta só o que ficou de bom, veja o exemplo do meu pai na nossa vida. Mas discordo no ponto que é só assim que valoriza, enfim, esse é outro tópico. O meu ponto aqui é: morrer é inevitável, não posso brigar com Deus por isso... eu brigo porque a vida está uma merda e coisas do gênero, ou porque eu sou egoísta e não queria que tal pessoa morresse, mas no fundo eu nunca surtei, nem com a morte do meu pai, porque morrer é a única certeza da vida e não há meios de eu mudar isso. Discordo também porque temos pontos de vista dísparos em relação ao que é viver. Viver e segurança não tem nada a ver, isso na minha mente (não no meu comportamento, pq ô pessoa cheia das armaduras eu hein). É uma frase que eu li de uma bruxa dia desses: Viver se protegendo de se machucar é como uma escola proibir alunos para não cansar os professores. Ou seja, é brigar contra o ar.
Eu estou meio obcecada com isso porque sempre soube da minha voltailidade, e nunca senti que sou uma pessoa muito lôngeva, mas agora eu tive uma pequena suspeita de não ser lôngeva mesmo, e apesar de isso não ser tão ruim é assustador por outro lado! Imagine você receber um diagnóstico que você tem data de validade. Que seja 20, 30 anos. Você faz o que? Aproveita tudo né. Pois é, a gente pode ter muito menos que isso porque tudo pode acontecer, mas saber disso não faz com que valorizemos mais as coisas e as pessoas a nossa volta.
Confesso que se eu tivesse um diagnóstico de vida de só mais alguns meses eu surtava, porque eu não fiz coisa alguma da minha vida, mas não cheguei nem perto da metade do que eu queria e meu caro.. "ninguém pode comer vinte pratos por dia, ninguém pode dormir em vinte camas numa noite... e a justiça pede sua cabeça".
As minhas caveiras são meu memento mori, saiba que um dia irás morrer, e daí? O que você fez, o que você deixou, pra quem... esse é meu pânico.
Falo pra vocês, cristãos, que adoram julgar minhas caveiras, já pensou que isso não passa de superstição e fazer de um desenho um amuleto do mal? Quando na verdade ela, em uma hipótese, só serve pra lembrar que a vida acaba, e isso não precisa ser ruim. A morte existe e isso como qualquer coisa na vida, tem seu lado positivo. A morte tem mais lado positivo do que negativo.
Mas concordo que viver com a morte não é legal. Só quem é sentenciado (ou no meu caso conviveu com um) sabe o que é almoçar e jantar com a morte sabe que ela é uma companhia pesada, muito pesada, mas aprende que ela é séria, mas ela é muito menos importante que a vida, e isso ela quer mostrar, ela não é do mal. Seja lá qual for seu credo, tenho certeza que a morte é algo bom... uma renovação, sei lá. No meu credo ela nos leva pra paz, do lado de Cristo. Tem o outro lado tb, mas este entendo menos ainda do que esse.
Ah! Devo dizer que não falo sobre verdades absolutas, mas da minha sensação diante disso, meu ponto de vista pensado e sentido, mais sentido do que pensado porque a Julia (personagem falei sobre ela aqui) tem me obrigado a cavocar sentimentos (coisa que a Susana memso, não curte).
Como Yin e Yang, a morte equilibra a vida. Não quero morrer, mas eu vou, desejo muito menos que você morra, pq perder alguém é muito pior que morrer, mas você vai, não sei se antes ou depois. Não sei se vou sofrer muito ou pouco por isso. Só sei que eu queria comer os vinte pratos no dia (não no sentido da música), só pra ter certeza que não deixei nada pra tras. Mas sempre ficará algo pra tás porque isso não é um filme. A vida precisa ter equilíbrio, não significa que ela tenha.
Vocês que morreram, obrigada por terem existido, nos ensinam coisas até hoje. Vocês que estão vivos, saibam que de repente o que você disse pra aquela pessoa ontem pode ter sido a última coisa que ela ouviu. Não por nada, mas tudo é vaidade e correr atrás do vento, menos dar valor àquilo que tem valor... as pessoas a sua volta tem valor. Mesmo que elas achem que você não as valoriza, alguém saberá que você o fez, do seu jeito...
Eu entendo porque todo mundo pensa que eu sou uma mórbida quando falo assim, mas na verdade as vezes penso que enxergo muito mais vida do que muitos devido a essa "morbidade". Ás vezes eu acho que vocês estão tão cegos dentro dos seus preconceitos que não encaram certas coisas. Mas é isso...
Memento Mori!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ordinary things


As an ordinary guy you have showed up
As an ordinary girl I returned a sight when you said hello
Just an ordinary moment as any other in life
Is well known there are multiple pieces missing
Is very well known these empty spaces can’t be filled
And experience shouts it will never be filled less for ordinary things

The mismatched pieces of me regarding mismatched things of this world made me believe that I must to stop and only fly with the wind, cause I have no wings.

An extraordinary heartbeat and I can´t handle that
It is only an ordinary guy looking for fun tonight
Oh fucking beauty look! It is exactly what I was looking for (wait! Are you searching for something?)
Oh pretty fucking amazing smile (welcome hell, stupid)

If you deprive yourself from experiences when they catch you, you will feel differently
But it is not what you should do
It was going nice… not anymore.

Ordinary things make extraordinary mess
Your mismatches will always be mismatched!
Stop in believe in miracles, they are too extraordinary to nature.
You are able to choose your path, you don’t need any miracle.
Just take your way and leave it behind.

Do you know when you stop to protect yourself and you start to feel pain?
Do you know when you really can´t handle that, but this pain makes you feel alive again? So… welcome hell, stupid.

Dear ordinary guy, I know the situation made me an ordinary girl, but I’m sorry!
It was “only” a kind pf supernova… but I don’t need fun for one night. I wanted real life for all time that life could lasts…
So don’t you bring me the hell…
(Oh pretty fucking perfect smile)

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

thinking crank

Sabe aquelas pessoas que tem mania de pensar? Ok, talvez devesse ser uma atividade que todos fazem o tempo todo. Mas não, não estou falando de pensar na sua agenda, na sobremesa ou coisas triviais. Pensar mesmo, fazer conexões na sua cabeça sobre sua vida, sobre o significado de tudo, essas coisas.
Essas pessoas que tem mania de pensar ficam loucas. Não clinicamente loucas (não necessariamente), mas é possível de ser visto que é alguém que não é homogênea em alguns aspectos dos outros, da maioria, da maioria dita normal.
Aquelas pessoas que tem mania de pensar demais, demais no sentido de exagero, passam a supor coisas demais, e isso pode não acabar bem. Tenho a impressão que aquelas pessoas que pensam demais vivem de menos e isso as torna tão vegetais, tão pouco participativas em relação a suas próprias vidas... em compensação podem tem mais significação quando tomar algum tipo de atitude pra vida.
Pensadores não mudam o mundo, eles só pensam, eles criticam, levam sua vidinha ali, mas não tem capacidade suficiente de mudar alguma coisa, no máximo pode fazer alguém pensar demais também... parece que esse é o único fim... ainda não vejo atitude aí.
Problema daqueles que pensam demais é uma mania muito chata de duvidar de tudo e de todos, é achar que qualquer movimento alheio pode significar algo muito sério, da mesma forma que teria caso ele o fizesse, mas isso também não é uma verdade irrefutável.
Talvez esse seja o melhor ponto da vida, mas o mais aterrorizante; não há regras de causa e efeito, mas se houvesse um manual certamente ele seria devorado... ao menos por mim... adoraria entender o que as pessoas pensam, o que as pessoas normais pensam, não o que as pessoas que desconfiam de todos pensam, esse ponto de vista eu não conheço. Pra ser honesta, por um lado acho minha mente tão vasta, por outro lado acho que tá faltando tanta coisa pra entender o comportamento de alguém.
Aquelas pessoas que pensam demais, parecem viver de menos, parece que as conclusões sobre a vida podem assustar tanto ao ponto de o pensador se esconder atrás da marra de pensador, mas na verdade só deve ser um inútil na vida, alguém com uma incapacidade ridícula de viver.
Um dia você descobre o fogo, aí por experiência própria nota que ele esquenta e ilumina, pela experiência sabe que queima e qual o momento que queima. Apenas imaginando essas possibilidades nunca se poderá saber quando queima, mas só sei não é possível evitar o fogo...uma hora você precisará experimentar.

domingo, 23 de outubro de 2011

almost a monologue


Susana: não acredito no amor.
Julia: Cristo nos amou primeiro, então podemos amar também as pessoas que nos cercam.
Susana: Ok... acredito no amor de Cristo, de mais ninguém.
Julia: O mundo precisa sentir que nos preocupamos com eles, que cada um é realmente importante e que Cristo ama cada um exatamente do jeito que é. E eu só quero poder mostrar isso, só quero poder fazer com que cada um que esta do um lado possa sentir o mesmo.
Susana: Muito bonito sua filosofia, Julia, mas você acha mesmo que as pessoas precisam de amor? Elas podem até precisar, mas o que elas realmente querem é ser o centro, e uma vez que falamos do amor de Cristo, ele deveria ser o centro não nós...
Julia: Devo concordar, mas não muda minha ideia de querer fazer diferença no meio disso tudo.
Susana: Eu nem sei se eu amo alguém. Porque meus amores são condicionados por algo de bom que aconteceu entre a gente, bom, depois disso tudo bem, a pessoa é uma idiota comigo e eu vou continuar amando, eu perdôo no fim porque eu a amo, mas só porque no começo ela foi importante pra mim.
Julia: eu tento colocar o outro em primeiro lugar, independente de quem seja, nem sempre me dou bem, mas minha alma fica leve, e não há o que pague uma alma leve.
Susana: como você ama um desconhecido?
Julia: Saiamos do fraterno, nunca amou ninguém a primeira vista?
Susana: ...
Julia: Pois se é essa é a minha pré-condição, um dia Deus me mostrou alguém muito especial, daí eu sabia que deveria fazer a minha parte pra pessoa ficar, porque essa sim eu queria do meu lado.
Susana: Isso soa tão insano.
Julia: Dar sem esperar nada em troca é insano, ser feliz assim é mais insano ainda, e apostar nas oportunidades é só para os corajosos.
Susana: Obrigada por me chamar de covarde de maneira tão polida... sua cara.
Julia; Ou talvez sua cara: ser sincera.
Susana: Ok, você venceu outra vez. Não sei se acredito, ou se me esforço para fingir que não acredito. Já apanhei demais das minhas experiências pra acreditar tanto assim nos outros, eu prezo por quem eu sou hoje, pelo que eu tenho de mim, não sei se vale a pena arriscar esse meu bom humor e tudo mais que conquistei pra mim. Falo de valores.
Julia: Pois se você fala de valores, eles deveriam ser sua base, e você deveria sim apostar, porque você sempre tem pra onde voltar. Deus sempre vai te fazer o melhor, mesmo que seja pelo caminho mais difícil. Ele quer que a gente cresça, ele proporciona oportunidades para os que são dele.
Susana: falou a princesa do conto de fadas.
Julia: Falou a rebelde
Susana: Não sou rebelde!
Julia: Então para de fingir pra você mesma. Você sabe que você acredita na raça humana, que acredita no amor, que acredita que pode amar alguém que nunca viu, só não acredita que você pode acreditar nisso!
Susana: eu não acredito em nada disso!
Julia: veremos.

(Julia é minha personagem, a mocinha, que estou trabalhando nesse momento)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

memories

Tenho 104 fotos no meu facebook, a minoria adicionadas por mim. Não sou do tipo que bate foto em todos os banheiros que vou com as amigas (não que não tenha fotos suficientes pra montar um book de wc) nem em todas as viagens. Quando vi já passou! O que, de forma alguma significa que eu não vivi, mas reforça meu pensamento de que não há foto no mundo que imortalize algo... ou alguém. Claro, ter aquela lembrança visual é um choque emocional diferente.
Mas e quando não havia fotos? e quando os momentos eram pintados e manipulados? Até que ponto isso maculava a lembrança real de quem teve o que tirar do momento?
Nossa mente é superpoderosa nesse tipo de manipulação, bloqueia certas coisas quando quer, inventa outras e etc. Fato é que, um cheiro pode te levar ao passado com muito mais facilidade.
Tem cheiros que te devolvem o mesmo frio na barriga, o mesmo receio, a mesma paz. Ou nem traz nada de volta, mas traz algo novo, uma sensação complementar à original, mas igualmente boa.
A saudade de hoje veio pela música, mas não aquela música que embalou um bom momento, mas aqueles bons e maus momentos que fizemos musica, que descobríamos os sons, que testávamos os tons, que decifrávamos a canção.
Sabe esse pedaço seu que ficou em mim? Quanto dele ainda resta? Será que ainda resta? Seria genética tudo, ou devo ter aprendido algo?
Não preciso de fotos, suas lembranças vejo nas minhas expressões diante do espelho, sinto nas minhas veias, enxergo através deste meu olhar de pessoa sem mais conexões no mundo senão a sua lembrança.

domingo, 9 de outubro de 2011

forever...


Agente faz promessas pra sempre, a gente ama pra sempre, a gente odeia pra sempre... quero dizer, a gente só diz tudo isso, não significa que realmente faremos isso pra sempre! Ou se ainda fosse enquanto vivêssemos... mas nem isso, falamos que será pra sempre.
Por um lado eu odeio pra sempre quem promete isso, ahaha, não há como prever, não há como saber o que acontece amanhã. Mas hoje eu sei de uma coisa, sempre acontece algo que abala suas certezas cedo ou tarde... mesmo assim, acho que podemos fazer valer nossas promessas, basta fazer um esforçozão! Menos quando se trata de ódio e coisas assim, porque isso sim é perder tempo demais.
Sabe o que é novidade? Quando você tem esse sentimento de pra sempre. Consegue discernir, o quero agora e o quero pra sempre? Eu estou tentando entender... não parece simples, nem deveria ser, suponho. Afinal, eu um ser humano limitado a poucos anos de vida, de que forma poderia querer explicar algo que não tem fim. Apenas posso falar das coisas que supostamente não deveriam acabar, ou pelo menos na minha cabeça de pessoa limitada.
Fato é que não se pode prometer algo tão impossível pra não tornar as coisas tão sem importância. Mas acho que podemos dizer o quanto nossa vontade é grande de manter as coisas como estão por um pseudo pra sempre. Não desses “que seja eterno enquanto dure”, mas trabalhar mesmo pra que seja eterno enquanto viver... pelo menos.

smooth


Ás vezes acho que me falta muito pouco, de repente encontro algo que poderia perfeitamente completar, mas só descubro que enxergo melhor que o que falta mesmo é muito mais do que antes.
Talvez eu esteja na direção errada, ou talvez seja a certa e eu apenas estou indo como o vento que não sabe de onde vem e não faça ideia pra onde vai. Há quem avalie ser melhor assim.
Isso tudo apenas justifica o fato de que o que me move de fato são as dúvidas, os questionamentos, eles me movem adiante. A falta de respostas me oxigena pra buscá-las em cantos estranhos e não o mundo perfeito.
E essa semana também ouvi uma frase pra mim que faz sentido sabe: “De vez em quando é bom você perder, Susi, você nunca perde”.  Sabe que é verdade? Sabe o que é pior? Eu nunca aposto, então eu nunca perderei mesmo. Por outro lado eu acho que já perdi tanto que eu cansei de jogar. E cansei mesmo! Quero novos-velhos jogos, quero menos competição, quero mais significação nas coisas que se faz.
Ás vezes faz bem que alguém chacoalhe seu mundo, o que você precisa talvez seja uma coisa tão pequena, mas que está tão enterrada e esquecida no fundo do baú que ninguém daria atenção. Ou talvez realmente tranquei de propósito e joguei a chave fora na certeza de que ninguém mais pudesse encontrar. 
E não tão somente a coisa que te falta pode ser aquela pequena coisa, mas é muito provável que seja a única coisa que você precise.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

o biscatismo


Viver grandes histórias exigem grandes apostas. As coisas acontecem, mas a intensidade vai depender de você.
Ou você pode se proteger, não posso dizer se alguém é capaz de fazer isso pela vida toda, mas posso dizer que é possível fazê-lo por um longo tempo.
Por um lado você treina encontrar seus equilíbrios, por outro faz uma falta surtar de alegria de vez em quando, só pra dar um temperinho pra vida.
Daí você pode surtar pq é uma desiquilibrada e essa história de equilíbrio é pra monge.
Ou nesse tempo quando nada de novo te acontece, mas você também diz não procurar nada,  encontro um tipo peculiar de pessoas, ou de comportamento das pessoas (basicamente mulheres, não observei homens com esse surto), acontece o biscatismo, ou a carência excessiva transbordante e vergonhosamente aparente.
Quando a pessoa é perua, ela já é perua, ela já tem a necessidade natural de aparecer.
Tem aqueles dias que a gente acorda perua com necessidade de aparecer, e no dia seguinte isso passa. Eis o princípio básico e shinfrin do biscatismo.
O biscatismo não se resume a atenção, acontece depois, ou juntamente com todas as armas femininas e infantis de dizer "ó eu aqui". O biscatismo é quando a indivídua quer pavãozar a qualquer custo, e convenhamos... qualquer custo não é um bom preço.
Concordo em divazar, mas em pavãozar... já é piada.
Mas enfim, eis nossa realidade animalesca. E aí vão nossas makes, nossos e saltos, nossos couros, nossas malhas apertadas combinadas com microshorts, micro saias. O piriguetismo da imagem. Ainda assim tem salvação. Mas o Biscatismo agudo acontece quando  a indivídua agarra, lambe, cacareja pela atenção, ah e faz beicinho pela atenção do macho. De qualquer macho, de preferência o macho alfa, mas tem gente que tá mais interessada em acumular quantidade de machos seguidores, essa é a finalidade, mais que isso? nham... lembra lá no início q eu disse que ela não estava preparada pra isso? pois é... A finalidade do biscatismo é o ego, dependendo do caso o foco é outro... bem, vcs sabem bem o que.
Se vc conhece meu blog deve se perguntar porquê eu estou falando de algo tão vazio... pois é por isso mesmo, ás vezes essa é a motivação da vida das pessoas, é isso que faz o mundo girar e eu acho tudo tão raso... vc não acha? vc não fica com vergonha?... Bem, eu fico, por mim e por você tb.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

the most beauty face of truth

Quando eu era criança eu tinha uma grande amiga. Indiscritivelmente grande! Aí me mudei de cidade... sabe como se arrancassem um pedaço de você? Foi como eu me sentia. Deus! como eu chorava, como aquilo doeu. Eu categorizei aquele ano como o pior da minha vida. Conheci muita gente boa depois, mas ngm com quem eu pudesse criar laços por medo, puro medo de ter que separar de novo. Sabe, é tão babaca evitar coisas boas devido a dor que isso poe causar! mas essa sou eu, uma medrosa com medo de se esborrachar de novo.
Nossos caminhos distanciaram, ela não teve o mesmo medo e sorte a dela! Mas tenho certeza que temos nossos lugares bem marcados na vida uma da outra.
Fato é que me coloquei na defensiva pro resto da vida até... pouco tempo atrás.
Sabe naquele momento terrível e vc ve as pessoas se importando com vc? e aquelas poucas q vc abriu espaço na sua vida não dão a mínima? Pois é... esse é o tipo de momento que muda a vida. Posso dizer pela minha.
Primeiro momento foi a morte do meu pai, não foi um momento necessariamente triste, devido ao contexto de saúde dele e todo o resto, foi um momento difícil, pesado. Tive o apoio de pessoas que jamais imaginaria, e devo dizer que pra sempre vou guardar o rosto de cada um.
Segundo foram as dúvidas em relação a ser cristão devido aos cristãos de merda que eu convivia. Nesse momento sim eu estava triste, era mais do que difícil, era insuportável, se vc for ler meus posts pra trás vai sentir um pouquinho do meu ódio pelo ser humano criado e maquiado dentro da igreja, e minha falta de vontade de viver.
Fato é que qdo eu tava diante do nada, Deus me mandou pessoas maravilhosas. Pessoas que gostavam de mim pelo que eu sou, ou pelo menos respeitavam isso. E de repente, por eles, eu deveria continuar tentando existir. Através deles eu vi que Deus existe e age em meio ao caos, e me mostrou que apesar de tudo, das diferenças que temos, dos dramas que construimos, existe sim cristãos de verdade que respeitam os seres humanos assim como não cristãos que respeitam mto o ser humano - disto eu já sabia, por isso minhas dúvidas.
Essas pessoas maravilhosas a quem daria minha vida, pois tenho uma dívida já que eles devolveram a minha, preciso das duas mãos para contá-los. Tenho medo sim que nos separem, mas pelo menos hoje temos internet né, ficou mais fácil não morrer de saudades.
Obrigada por me ensinar a gostar de abraços de graça, por me amarem e permitir que eu os ame também, obrigada por me fazer acreditar que existe amor no mundo ainda.
Obrigada por vcs serem tão diferentes e me enriquecerem tanto, por me fazer uma pessoa melhor, e me fazer morrer de saudade pq to trancada no meu quarto já tem duas semanas!
E principalmente, obrigada por entenderem que eu prezo a verdade, e jamais direi que o vestido ficou ótimo em vc se não ficou. Obrigada por reconhecer minhas dúvidas como válidas e me ajudarem a enxergar novos pontos, ao inves de me mandarem ir embora ou brigar comigo pq eu não consigo enxergar como vcs.
E agradeço a Deus, que mesmo depois de anos, me permitir viver isso de novo, me sentir tao amada, tao querida, em importar com e ser importante para. Amo muito vocês, de coração, vocês não tem ideia da vida que me trouxeram... principalmente, obrigada por mostrar que eu estava errada, nem todas as pessoas do mundo são horríveis... ok, não acredito na raça humana, vcs são minhas excessões!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

by barefeet?

Ultimamente tenho pensando um pouquinho só sobre algo que eu me proibi de pensar: futuro.
Dentro de alguns meses eu me formo (LOL) depoi diso nada me segura... e é bizarro pensar dessa forma. Pq antigamente qdo eu fazia planos pro futuro, não era permitido passos muito largos, pq eu dividia meus planos com um medíocre. Era assim: puts, posso ter um futuro brilhante! Réplica: ai q bosta, e vc jura q vc da conta? HJ: Puts, acho q tá pintando um monte de oportunidade. Réplica: ow, me ensina aí e me leva junto!
Nem tudo está perdido, nem pra mim, escória.
É... isso é um ponto bastante relevante pra mim. A maneira que as pessoas me tratam, a maneira que as pessoas ridicularizam minha lógica, ignoram minha existência e me associar com louca é a coisa mais fácil. Tem dia que sinto maior orgulho disso, pq pelo menos não sou igual a maioria. Sou, por alguma razão, diferente.
Me pergunto constantemente o q Deus quer de mim me fazendo assim. Eu não consigo ver o lado positivo disso, se o peso das coisas ruins me são tão dolorosas.
No fundo no fundo, eu tennho esperança que no futuro eu vou entender o que isso quer dizer.
Uma esperança tb veio pro o que eu vou ser qdo crescer. A resposta q eu enxergo é que não exatamente o que eu gostaria de ser, mas sem dúvida parece ser muuito legal, com experiência muuuito diferentes.
De repente me vem a sensação que essa coisinha ridicularizada que sou ainda vai muito longe, mas eu não sei dizer o que isso tem a ver com felicidade.
Mas é bom, qdo sinto qqr coisinha, como agora, sinto q Deus tá me ajudando e posso superar ser a gozação do momento.
Ok... não precisa entender, estou dizendo mil coisas nas entrelinhas.
Que um dia eu upere isso... q Deus me ajude, que eu entende Seus planos... pq são bizarros demais pra minha mente.

descalça... tentando ficar completamente descalça...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

buried as indigent

Eu não sou louca, já fui verificar com profissionais.
Uma coisa eles concordam, minha lógica é diferente da maioria dos seres humanos. O que não faz de mim um alien, só alguém q poderia mostrar pontos de vista diferentes (não propriamente certos ou errados) mas preferem se separar de mim.
Me tratam como cancer... algo que deva ser arrancado, e desculpa Deus, eu não tenho essa capacidade de ignorar ou perdoar tanta filhadaputagem. Provavelmente eu vá morrer de cancer, tenho tudo que precisa pra isso. Quando eu tiver um, dedicarei ele á vcs seus assholes, e minha vidinha de merda, aos poucos bons cm qm dividi alguma coisa.
Passei um tempão tentando entender a lógica de vcs, e vcs sequer pensam q eu poderia só querer um pouco de delicadeza, ou que simplesmente vcs não me tratassem como NADA.
Tem muito sentimento ruim no mundo (como o que eu sinto por vcs, hj) mas nada é pior do q a indiferença, isso sim é pior. É saber que no momento da doença, vc não irá visitar, vc não irá orar, vc não dirá "meus pesames" para os familiares, pq seu umbigo é mais importante.
As lições que Cristo ensinou pra mim, são bem diferentes das que vcs fingem ter aprendido... e eu to esquecendo tudo pq elas começaram a não fazer mais sentido. Não me venham com discursos, estou farta de palavras, suas ações dizem o contrário, e é isso que me mata e mata todas essas significações que eu dei pra minha vida.
Significações.... tenho pensado muito nisso.
Sinto que as pessoas não sentido pra viver, vivem ladeira abaixo, eu pra não ser diferente to adotando esse modo de viver. É tão vazio... como esse mundo é vazio...
Meu pai já faleceu, mas nem por isso ele deixa de ser especial. Ele só não está mais comigo. Ignorar a existência dele é ridicularizar peças do meu ser. Todos que passaram por mim são peças do meu ser, eu acho um crime ignorar as pessoas por isso, pq elas são parte de mim. E se me ignoram tanto assim assim, é pq eu nunca signifiquei nada... e isso me deixa tão acabada, tenho vontade de me picar em pedaços, em virar água e ser absorvida pela cadeira que to sentada agora.
Mas se Deus é bom, um dia consiguirei fazer o mesmo com vcs, ignorar q vcs existiram, aí serei como vcs, não darei valor àquilo que ajudou a compor quem eu sou.
shallow people...
É a única saída que eu vejo... viver com o meu ideal de vida não dá (religiões são do mal).
Pra mim a verdade não são palavras, mas o q vivencio, o q vcs me transmitem, isso é real.
Aos bons, eu sei o que me dirão, pra parar de pensar nisso, mas é fácil falar quando não se carrega uma lápide na cabeça, mesmo entando viva.




segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

i can't live in this fairytale of lies


Algumas coisas me fazem pensar sobre a verdade.
Primeiro; a verdade o que? Cada ponto de vista é a vista de um ponto, então significa que existe várias verdades? Eu não coloco a mão no fogo por verdade alguma, essa é a verdade, ou talvez colocaria, mas sabendo que sempre há a chance de eu estar errada... é um risco pelas verdades que eu faço verdade em mim.
Um poeta diz que a mentira é só uma verdade que esqueceu de acontecer, logo.... não é uma verdad.
Dizem que a sinceridade é a base da amizade, de qualquer relacionamento que envolva afeto, principalmente. Descobrindo pessoas mundo afora, encontro isso como uma grande mentira na prática.
Eu acredito na afirmação que a verdade é essencial, mas reconheço meu despreparo para certas verdades, mas eu prefiro que me digam que odeiem a dizerem que me amam e isso ser da boca pra fora.
O mundo não gosta d verdade, ela é feia. Ou ela não é feia, mas não temos olhos preparados para admirá-la?
Acredito que qualquer um pode viver uma mentira, mas hora ou outra isso não vai mais funcionar. Chega um ponto que os finais não têm mais conexão. Pronto, era um castelo de areia, de cartas e voou. Na minha humilde opinião se nunca foi verdadeiro, quando acaba não tem significação alguma, só perda de tempo precioso.
Quando eu desvio dos meus propósitos, dogmas ou princípios eu me sinto péssima. Tento sempre ser coerente comigo mesma, coma as coisas que eu digo e defendo. Noto um número assustador de pessoas que não dão a mínima pra isso, simplesmente vivem conforme seus instintos e vontades – mais próximos de animais de que de seres humanos, eu diria.
[a menos que vc pregue seus erros, e eu te acharia um babaca]
Prefiro pessoas coerentes com aquilo que acreditam, e por isso falam sobre, do que pessoas que dizem acreditar no crédito dos outros, mas não colocam o coração naquilo que dizem e vivem a esmo.
Princípio básico da filosofia; penso, logo existo. Não é pensar sobre o almoço, a roupa da noite, no gato do grupo. Significa a consciência da sua existência, caso contrário você é só matéria com compostos químicos. Coerência daquilo que vc diz e q vc faz, as marcas que vc deixa no mundo... agora se vc simplesmente existe...de que vale continuar vivo, é tudo uma grande mentira...

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

and if...

E graças à Deus esse anozinho de merda acabou, já foi tarde e não deixa saudades. Mas me deixou mtas marcas, mais próximo da pior pessoa do que a melhor pessoa do mundo. Uma criança crescida, uma adulta com ares de criança. Há os que me achem imatura, mas digo, simplesmente não me conhecem. Ou então só uma adulta como qqr outro da minha espécie, com medos pueris bem guardadinhos.
Não sei se é exclusividade minha, mas elas não se interessam em conhecer e se apressam em ter opiniões sobre. Como é possível? Na minha dialética isso é impossível. Mas é o que é. E segundo a minha dialética, faço esses julgamentos com os que estão a minha volta, e digo que são poucos, pq optei por ser mais seletiva, e aos poucos me livrar de covades, de vazios, de razos, de cegos por opção, de burros. Quero gente que me somem, não que me façam aprender sozinha pq td o que elas sabem fazer é machucar.
Eu queria aprender a ter sentimentos como todas as pessoas e demonstrar mais coisas além de ódio. O ambeiten é hostil, sempre foi, não sei como faz agora.
Hoje comecei a pensar e se...
e se meu pai fosse sóbreo a maior parte do tempo?
e seu eu tivesse escolhido a ilusão ao invés do idiota?
e se eu não tivesse mudado de cidade?
e seu eu tivesse mudado de cidade?
e se eu não tivesse guardado tanto minha virgindade?
e se eu tivesse confiado menos?
e se eu continuasse a confiar?
e se eu tivesse nascido em outra religião, ou tivesse largado tudo?
e se eu não tivesse mudado de faculdade?
e se eu tivesse escolhido sonhos e não ganhar dinheiro?
e se eu falasse tudo que eu quisesse, se eu realmente desse minha opinião ou assumisse todas minhas ideias?
será que eu perdi mta coisa?
e se eu tivesse sucumbido aos 18?
e se eu tivesse casada, seria um pesadelo? ou corna? ou chifres trocados? ou homicídio seguido de suícidio?
e se tudo tivesse sido como eu sonhei? ou quase tudo?
eu não seria quem sou hj... talvez isso fosse bom, ou não.

Olá nova marcação de dias. Seja bem-vindo novo bloquinho de tempo. Espero que cm vc eu consiga mtas coisas. Esse ano tende a ter mtas coisas, a princípio pela faculdade que acaba e é o q me prende. E então terei asas?