Estou isnpirada por alguns motivos. Tentando ter ideias para escrever com o Tiago Gigli (excited!!), há uma semana e meia eu estou lendo, lendo, lendo porque estou num projeto novo no trabalho, e porque ontem eu assisti o melhor episódio do @esquadraodamoda! Não assisti inteiro porque eu estava na facul, mas deu pra entender a história.
Sim, sim, essas coisas são a pólvora de hoje.
Voltando ao esquadrão. Foi uma moça que se vestia de hippie e não ligava pra aparência, ligava mesmo para que ela parecesse não estar presa à moda, e alegre, sem limites.
São quatro dias pra pessoa repaginar, nos dois primeiros ela sofreu, nos dois últimos ela cedeu e no final ela deixou seu recado, que foi a melhor parte.
Não é novidade, mas nosso mundo vive de aparências. Na Dtv era assim comigo, meu teamlead (e a maioria) nunca me deu crédito devido minhas criancices e meu all star. Mas ele mesmo reconhce que eu tenho ideias muito boas e o que eu faço é muito profissional. Mas nosso julgamento é assim, na imagem que temos.
Considero qualquer exagero nocivo. Odeio gente mulambenta, se cuidar não faz mal, é gostoso estar com gente bonita, mas também se escravizar a isso é burrice, a vida passa e vc estava hidratando o cabelo enquanto isso. Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar.
O rock nasceu disso: de sair do padrão, de não concodar com as regras, com o sistema. No final das contas nem ele suportou as garras do sistema. Por dinheiro e sucesso a gente vende o que for (já assistiu Advogado do Diabo? lembra da última frase do dito cujo? pois é... vaidade...).
Eu sou uma delas, pq não posso subir na vida de all star (pelo menos não onde trabalho), então subo de salto. Sempre gostei de moda, mas me irrita ser escrava dela. E é o que eu achei no programa ontem.
Querida, eu sei que vc gosta de saião brega, mas ó, a moda te oferece roupas que te valorizam muito mais. Não discordo disso, mas não entendo por que é tão errado ela não se preocpar com isso?
Mulheres podem se sentir mais poderosas com determinadas roupas, mas também podem estar a vontade o suficiente para serem poderosas se puderem ser elas mesmas usando o que querem.
Quando eu tinha 15 anos tive minha cintura acabada por uma moda de usar calça baixa. Ai que saudade que me deu das "centropeito" que marcavam a cinturinha. A bunda ficava um horror, mas no biquininho era lindo. Hoje voltou, mas esta meio difícil a aceitação geral.
Mas até aí são só roupas, eu não gosto quando o coletivo quer te dizer sobre seu estilo, ou pior, sobre seu comportamento.
Concordo, há comportamentos adequados e comportamentos inadequados, mas dentro dos adequados não há o certo ou o errado. São só diferentes. A massa como mais forte faz o q? esmaga quem tem coragem de mostrar que é diferente.
E essa é uma das coisas pq eu acredito que o mundo nunca vai mudar, pq todo mundo quer ser igual, então não há ninguém que tenha coragem de se opor a qualquer coisa.
Sad... but it's true.
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