No aniversário da vó de todos, até minha que nem sou parente, um relógio de pêndulo parado preso na parede...
Adoro paradoxos.
Final de ano é o tempo perfeito pra falar de algo que eu adoro falar: o tempo.
E esses elementos: ambiente nostálgico, gerações se estendendo, aniversário da mãe de todos, final de um grande grupo dias denominado 2009 a.C. e o relógio quebrado.
E o relógio quebrado...
Isso é pesado, pra mim é. Ele não suportou o tempo, ele representa justamente aquilo q nem ele conseguiu sobreviver.
E cá estamos nós no primeiro dia do ano. Paradinha básica pra pensar, ou não... simplesmente curtir um pouco (eu falo disso, mas nem sei o q é).
Com alguns feriados é possível pensar que tudo quanto temos feito foi vaidade e correr atrás do vento.
Quanto vale a sua vida então? Vai qe você tenha pouco tempo, ou muito. Ah! isso é tão relativo. O tempo é curto ou não, é pesado ou não dependendo do que vc faz com ele. Mais 4 (desordenadas) estações e o que vc vai fazer com elas? Pode ser pouco, mas pode ser suficiente, ou talvez vc nem viva todas elas. São nossas condições.
O tempo vai passar, seja vc um relógio quebrado na parede sem serventia real, seja vc um pêndulo alucinado marcando cada segundo que passa. Esse é seu tempo.
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