domingo, 25 de outubro de 2009

Little Children

Li sobre esse filme, depois fui alugar, lógico... O nome: Little Children, em português é uma tristeza: pecados íntimos. Pois é, pecados vendem mais... e sim, contém cenas e casos meio pesadinhos para criancinhas, mas ainda assim prefiro o título inicial, exprime exatamente a essência do filme: gente grande descontando em coisas de gente grande suas infantilidades.
Eu não consigo escrever tudo o que eu penso, pq é muito rápido. Mas já parou pra refletir nas suas infantilidades?
A gente cresce, faz 15 anos e acha que é mó adulta pq debutou para a sociedade, faz 16 e acha que o mundo tá no nosso estômago pq em qqr seriadinho norte-americano-pré-fabricado os donos do pedaço fazem e acontecem aos 16. Depois a gente cresce caríssimos, de uma hora pra outra temos que saber a faculdade que fazer, fazer currículo, se comportar em uma entrevista, tirar o all star e usar sapato, parar de dizer gírias. A tendência é piorar.
Nessas minhas andanças -que não são poucas- já encontrei de tudo. Uma multidão de crianças grandes que diante de situações bizarras choram pela mãe. Não tô querendo dizer que isso tá errado, nem poderia, afinal de coisas de crianças eu entendo, bem. Só acho que não tem nada demais se a gente reparar nas nossas criancices, no fundo, isso deve ser consertado, é feio, é trabalhoso de conviver.
Por trás daquela executiva bem sucedida, tem uma menininha com medo do escuro; atrás daquele arrogante que só sabe gritar com os outros, tem um garotinho que não consegue encarar suas imperfeições. É meus caros, passe o tempo que for, somos crianças naquilo que não precisávamos ser, e deixamos de ser no aspecto que deveríamos coninuar sendo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Friendship

Um dia mto remoto de minha existência eu fiz um post q nunca postei sobre amizade, depois de ouvir um amigo meu reclamar q amigos são inúteis, ou coisa do gênero.
Primeiro ponto: as pessoas sempre nos decepcionam... e principalmente, é q a gente é cego, mas fazemos o mesmo com os outros.
Segundo ponto q eu comentei no então post: ninguém é pra sempre em nossa vida. Eu digo pq a minha experiência com amigos de verdade têm sempre uma mudança de cidade no contexto que nos separa, mas nem por isso.
O que me traz a voltar a esse assunto, é a complexidade que esse tema tomou pra mim.
Bem, pelos meus posts "church" dá pra ver que eu não gosto tanto daqueles que eu deveria gostar mais. Decepcionar sempre nos decepcionaremos, esse não é o problema, problema mesmo é quando isso se torna rotina, quase proposital.
São pessoas dentro da igreja qual eu me comprometi a trabalhar... mas confesso que isso tem tirado minhas energias, meu amor por qualquer coisa que eu venha a fazer.
Como uma covarde eu sei, fui buscar outros ares, e me encontrei, e pra variar me deparo com um probleminha que ninguém concorda comigo que seja um problema, mas isso faz de mim mais uma diva triste. Mas se for só isso, tudo ótimo, eu preciso de um ombro de verdade, mas eu não quero isso fora da igreja, não quero o consolo do mundo, eu não vou me perfurar mais ainda quando eu já esou suficientemente machucada.
O fato é que é muio difícil eu dizer pra alguém o que me machuca, enquanto isso, essa coisa me mata.
Agora não sei, devo continuar onde eu estou e tentar poluir o ambiente com o pouco de amor que me resta, ou antes que a indiferença deles me mate é melhor eu mudar de vez? Pq eu deveria insistir nessas pessoas... pq eu insisto... o que Deus quer de mim com isso se tudo que eu coleciono são pedaços perdidos?
Tá... eu até sei, mas esse é um limite que eu ainda nem cheguei perto.
Hoje pequenas atitudes são bem mais doloridas... pq mto menos pros outros merece mais atenção do que pra mim? o que faz de mim tão pouco especial?
Agora outra coisa... pq eu preciso me sentir especial?
... e pq meu amigos tem q ficar sempre tão longe?